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1. O horizonte |
• Atualidade migratória
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As migrações políticas, econômicas e religiosas dos indivíduos e de inteiras comunidades não são um fenômeno marginal que exige resposta de emergência, mas se tornaram um fenômeno estrutural que atinge todos os países e incide profundamente sobre a vida social, cultural, religiosa e econômica dos países de saída e de acolhida dos migrantes. |
• Migrações, responsabilidade de todos na Igreja e na sociedade
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Frente a este desafio, toda a Igreja, fiel à sua missão de evangelização, e as comunidades de saída e de chegada, são diretamente responsáveis por uma nova convivência onde seja garantido o pleno respeito dos direitos fundamentais da pessoa, seja favorecido um processo de aceitação recíproca e de crescimento do convívio entre os migrantes e as populações locais, seja promovido um desenvolvimento que crie ampla solidariedade que não obrigue mais ninguém a buscar em outras terras as razões de sobrevivência.
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• Necessidade do específico
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Somente uma espiritualidade específica, como vida que deixa espaço à ação do Espírito Santo no concreto dos contextos cotidianos, pode revestir de profecia a nossa presença na Igreja e no mundo e dar vitalidade à nossa missão com e pelos migrantes, nas igrejas locais. O genérico não pode tornar-se um dom para os outros.
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